Tomislav Jukić
Grand Prix Égide + Prémio Carlos Gomes | Festival Amazonas de Ópera + Contrato com Festival de Música de Mafra “Filipe de Sousa” (FMM) + Contrato com Ópera na Academia e na Cidade (Porto)
A terceira edição do Cascais Ópera confirmou o crescimento sustentado do projeto no panorama internacional, alcançando um número de 499 candidaturas provenientes de 59 países e reunindo em Cascais 40 jovens talentos da ópera mundial. Ao longo de dez dias, o concurso voltou a afirmar-se como um espaço de descoberta, formação e partilha, enriquecendo a experiência dos participantes e aproximando novos públicos da ópera.
A edição abriu, pela primeira vez, com um Concerto de Inauguração, que reuniu artistas consagrados, antigos laureados e o público num momento de celebração que marcou o início da competição. A componente pedagógica manteve-se como um dos pilares do projeto, através de um programa reforçado de masterclasses e sessões de feedback conduzidas por artistas e profissionais de reconhecido prestígio internacional.
Fora do contexto competitivo, o Concerto dos Semifinalistas, inteiramente dedicado à obra de Wolfgang Amadeus Mozart, proporcionou aos jovens cantores uma nova oportunidade de se apresentarem em palco, desta vez com uma semi-encenação, valorizando a sua experiência artística e o contacto direto com o público. A programação deste ano incluiu ainda o Intermezzo na Natureza, com um passeio de barco, um momento pensado para promover o bem-estar, a ligação à natureza e o convívio entre concorrentes, jurados, mentores e equipa, reforçando o espírito de comunidade que caracteriza o Cascais Ópera.
A edição terminou com o Concerto da Final, no Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, onde os oito finalistas foram acompanhados pela Orquestra Sinfónica de Cascais, sob a direção do Maestro Antonio Pirolli, perante 970 espectadores, que também participaram na atribuição do prémio do publico.
A terceira edição do Cascais Ópera voltou a contar com o Alto Patrocínio da Presidência da Republica e recebeu ainda esta distinção por parte do Ministério da Cultura, Juventude e Desporto.
O barítono Sergei Leiferkus é amplamente reconhecido como um dos mais prestigiados artistas da cena lírica mundial. A sua notável capacidade de expressar tanto a nobreza como a vilania tornou-o célebre em papéis como Scarpia (Tosca), Iago (Otello), Rangoni (Boris Godunov), Telramund (Lohengrin) e Alberich (O Anel dos Nibelungos). Apresentou-se nos mais importantes palcos internacionais, incluindo a Royal Opera House, Wiener Staatsoper, Deutsche Oper Berlin, Scala de Milão, Metropolitan Opera de Nova Iorque, Opéra Bastille de Paris, e em festivais como Salzburgo, Glyndebourne e Edimburgo.
O seu vasto repertório inclui cerca de 50 papéis, entre eles Eugene Onegin, Nabucco, Macbeth, Simon Boccanegra, Don Giovanni e Parsifal, com especial destaque para a música russa dos séculos XIX e XX. Recentemente, acrescentou ao repertório Lulu de Berg, A Raposinha Matreira de Janáček e obras contemporâneas de Peter Eötvös e Alexander Raskatov. No domínio sinfónico, atuou com as mais prestigiadas orquestras e maestros, como Abbado, Gergiev, Levine, Mehta e Muti, destacando-se nas Canções e Danças da Morte de Mussorgsky e na Sinfonia n.º 13 de Shostakovich. Atualmente, é Diretor Artístico do Cascais Ópera – Concurso Internacional de Canto, em parceria com o pianista Adriano Jordão.
Natural de Roma, licenciou-se em piano, composição, música coral e direção de orquestra na Academia de Santa Cecília. Aperfeiçoou-se com Zoltán Peskó, Vladimir Delman e Rudolf Barshai, tendo conseguido o 3.º prémio no Concurso Arturo Toscanini de Parma. De 1995 a 2001, foi diretor musical no Teatro de Ópera de Ancara, ocupando, de 2001 a 2005, o mesmo cargo na Ópera Estatal de Istambul. Dos compromissos passados e mais recentes, destacam-se: Lucia di Lammermoor em Buenos Aires e Bari; La Gioconda em Santander; Andrea Chénier em Berlim e na Catânia; Macbeth em Lisboa; Aida em Copenhaga e Caracalla; Il trovatore, Anna Bolena e Ernani na Catânia; Tosca em Florença e Bari; Turandot em Copenhaga, Verona e Catânia; Aroldo em Bilbau; Il barbiere di Siviglia em Tóquio, Valência e Verona; Carmen em Copenhaga e Avenches; Faust em Tóquio e Santander; Un ballo in maschera em Salerno e Lisboa; Madama Butterfly em Ancona; Medea no circuito As.Li.Co.; Norma em Trapani e Spalato; Attila em Lecce e Roma; Otello em Lisboa; Manon Lescaut em Torre del Lago; Nabucco em Caracalla e Lisboa; Rigoletto em Tóquio; Falstaff em Xangai; e La forza del destino em Lisboa. Atualmente, é maestro titular da Orquestra Sinfónica Portuguesa.
Benjamin Schwartz ocupou cargos artísticos de relevo junto de algumas das mais importantes orquestras e festivais dos Estados Unidos, Japão, Austrália e Alemanha. Atualmente, é responsável pelo planeamento artístico da Bavarian Radio Symphony Orchestra (BRSO), trabalhando em estreita colaboração com o seu Maestro Titular, Sir Simon Rattle.
Antes de integrar a BRSO, a convite do saudoso Mariss Jansons, Benjamin Schwartz desempenhou funções como Diretor de Planeamento Artístico da Sydney Symphony Orchestra, sob a direção de David Robertson, e como Administrador Artístico do Saito Kinen Festival, onde trabalhou de perto com Seiji Ozawa. Iniciou a sua carreira na gestão artística como Assistente de Administração Artística da Boston Symphony Orchestra.
Antigo violoncelista profissional, Benjamin Schwartz colaborou amplamente com um vasto leque de compositores de renome, participando em numerosas estreias e gravações de novas obras de música de câmara e repertório solista. Foi membro de júris de concursos internacionais de instrumento, canto e direção de orquestra, bem como de diversos programas de bolsas e apoio ao desenvolvimento artístico.
Benjamin Schwartz concluiu o seu diploma em Violoncelo com distinção no Vienna Conservatory e obteve o grau de Mestre em Música pelo New England Conservatory.
Colin Brush é Diretor do Sarah & Ernest Butler Houston Grand Opera Studio, onde supervisiona todos os aspectos do recrutamento, seleção e formação de artistas para os programas de desenvolvimento da Houston Grand Opera, incluindo a criação do mais recente programa de formação da instituição, Novum Fellowships.
Anteriormente, foi gestor de artistas na ADA Artists/UIA Talent, com sede em Berlim, Alemanha, onde geriu um elenco internacional de artistas. Foi bolseiro da Fundação Bosch em Berlim, colaborando com a Berlin Mondiale na transformação de um antigo campus de uma escola de jardinagem abandonada em infraestrutura artística comunitária.
Desempenhou também funções como Administrador Artístico da Washington National Opera, em Washington, D.C., onde colaborou nos processos de casting e planeamento das produções operáticas apresentadas no palco principal do Centro John F. Kennedy para as Artes Performativas. Foi igualmente um dos programadores centrais do festival de abertura da expansão REACH do Kennedy Center. Apresentou mais de 100 palestras no Kennedy Center.
Produziu programas e proferiu conferências na Universidade Rice, na Smithsonian Institution, no National Museum of Women in the Arts, na National Gallery of Art, na Georgetown University, na Ópera América, na OMAI, na Embaixada de Itália e em muitas outras instituições.
Participou como jurado em numerosos concursos e iniciativas, incluindo a Fundação Tucker, o Tenor Viñas Competition e a Metropolitan Opera Laffont Competition.
É mestre em Música pela University of Maryland e licenciado em Belas-Artes, com especialização em Performance Vocal, pela Carnegie Mellon University.
Florian Köfler, natural do Tirol, Áustria, iniciou a sua formação musical como músico de orquestra antes de prosseguir estudos de canto em Viena. Posteriormente, apresentou-se internacionalmente como solista de baixo, incluindo como membro do programa de jovens artistas do MusikTheater an der Wien.
Em 2020, transitou da performance para a estratégia artística, trazendo a sua experiência interpretativa para a dramaturgia de ópera no Badisches Staatstheater, em Karlsruhe. Mais tarde, enquanto Diretor de Ópera da instituição, contribuiu para o desenvolvimento conceptual da programação e para a definição do perfil artístico da casa.
Desde 2024, exerce funções como Diretor de Planeamento Artístico e Produção na La Monnaie / De Munt, em Bruxelas, onde supervisiona os processos artísticos e colabora estreitamente com a Diretora-Geral, Christina Scheppelmann, na definição da programação a longo prazo e das estratégias de elenco.
Nascido em 1968 em Hässleholm, na Suécia, Fredrik Andersson é, desde 2015, Diretor de Programa da Royal Stockholm Philharmonic Orchestra (RSPO) e do Konserthuset Stockholm. Reconhecido pela sua estratégia de alargamento e diversificação do repertório musical da orquestra, tem-se dedicado à descoberta e divulgação de obras compostas por mulheres. As longas digressões da RSPO pela Europa e Ásia, sob a direção dos seus maestros principais, têm sido também uma das marcas do seu trabalho. Fredrik Andersson desempenhou vários cargos noutras instituições e orquestras de prestígio no seu país, incluindo na Royal Swedish Opera, em Estocolmo, entre 2007 e 2015, na Västerås Sinfonietta, entre 2003 e 2007, e na NorrlandsOperan (Companhia de Ópera Sueca em Umeå), em 2002 e 2003. A sua paixão pela música começou desde muito jovem: foi como trombonista que Fredrik Andersson se destacou no início da sua carreira, tendo estudado com o lendário músico de jazz sueco Nils Landgren. Após o serviço militar na Royal Swedish Army Band, estudou no Royal College of Music em Estocolmo, entre 1988 e 1992. Membro do júri dos Prémios Grammy Suecos e do Prémio dos Editores Musicais da Suécia durante vários anos, integrou também o júri do Concurso Internacional de Flauta Carl Nielsen em 2019 e 2022. Fredrik Andersson é atualmente o Diretor do Serviço de Música da Fundação Calouste Gulbenkian.
Ivan van Kalmthout está ativo no mundo da ópera na Europa e além desde os anos 90. Promover e apoiar novos artistas sempre fez parte do seu percurso. Em março de 2026, lecionou um curso sobre desenvolvimento de carreira no Mozarteum, em Salzburg.
Durante o seu período como Diretor Artístico do Teatro Nacional de São Carlos (2023–2024), programou a Sinfonia n.º 8 de Mahler (que não era apresentada em Portugal há 33 anos) e uma produção de Jenůfa que obteve grande sucesso. Antes do TNSC, foi Diretor Geral da International Vocal Competition (IVC), em ’s-Hertogenbosch, nos Países Baixos. Entre os vencedores deste concurso destacam-se Thomas Hampson, Dame Sarah Connolly e Pretty Yende.
Tem vasta experiência na gestão de casas de ópera por toda a Europa. Foi Diretor Artístico interino do Gran Teatre del Liceu, em Barcelona (após 10 anos como Diretor Artístico adjunto). Foi também Diretor de Ópera na Staatsoper Unter den Linden, em Berlim, e Diretor de Operações na Staatsoper de Hamburgo. Iniciou a sua carreira na Vlaamse Opera, em Antuérpia/Gent, onde desempenhou, como última função, o cargo de Diretor de Casting.
Foi membro do júri de várias competições internacionais: na IVC (por duas vezes, antes de assumir a direção), na Competição Tchaikovsky, em Moscovo, na China International Singing Competition (2002), na Bulbul Opera Competition, em Baku (Azerbaijão, 2010), e na Marie Kraja International Singing Competition, em Tirana (Albânia, 2022). Foi também uma figura fundamental na criação do Cascais Ópera – Concurso Internacional de Canto, em Lisboa, e integrará o júri da sua 3.ª edição em 2026. Em março, foi membro do júri da Seoul International Singing Competition, na Coreia.
Poucos artistas da sua geração têm tanto sucesso em áreas de repertório tão diverso, como Juliane Banse. O seu repertório operático abrange desde Feldmarschallin, Gräfin de Figaro, Fiordiligi, Donna Elvira, de Vitellia a Genoveva, Leonore, Tatjana, Arabella, Marschallin, Grete (em Der ferne Klang de Schreker) e Schneewittchen (em Schneewittchen de Heinz Holliger). Nascida no sul da Alemanha e criada em Zurique, a soprano teve as suas primeiras aulas com Paul Steiner, depois com Ruth Rohner na Ópera de Zurique e, posteriormente, completou os seus estudos com Brigitte Fassbaender e Daphne Evangelatos em Munique. Desde o semestre de inverno de 2020/2021, que leciona como professora no Mozarteum em Salzburg e, no semestre de inverno de 2023, assumiu a direção da classe de canto na Escola Reina Sofia em Madrid. Também dá masterclasses na Áustria e participa como jurada em diversas competições internacionais.
A artista trabalhou com numerosos e reconhecidos maestros, incluindo Lorin Maazel, Kent Nagano, Riccardo Chailly, Bernard Haitink, Franz Welser-Möst, Claudio Abbado e Manfred Honeck. Recitais de Lied sempre foram a sua paixão e levaram-na a locais como a Schubertiade Schwarzenberg, Wigmore Hall em Londres, Konzerthaus de Vienna, Kölner Philharmonie, Boulez Hall em Berlim e Madrid, entre outros.
Karen Stone é Diretora Executiva da Ópera Europa. Estudou canto e piano na Royal Academy of Music, em Londres, e no Conservatorio di Musica Santa Cecilia, em Roma. Iniciou a sua carreira como assistente de encenação na Alemanha, tornando-se depois produtora residente na English National Opera, na Royal Opera House Covent Garden e na Bayerische Staatsoper. Em 1995 foi nomeada Diretora Adjunta de Ópera e responsável pelo Estúdio de Ópera, e mais tarde Diretora de Ópera em Colónia. Em 2000 foi designada “Intendente Geral” em Graz, na Áustria; e em 2003 assumiu o cargo de Diretora-Geral da Dallas Opera, nos Estados Unidos, onde também integrou a equipa responsável pelo projeto e construção do novo Winspear Opera House. Em 2009 regressou à Alemanha como “Intendente Geral” dos teatros e da orquestra de Magdeburgo. Karen Stone tem integrado o júri de vários concursos internacionais de canto, incluindo o Voci Verdiane, em Busseto e Xi’an (China), AsLiCo, Belli e Giuseppe di Stefano, em Itália, o Competizione dell’Opera, em Dresden, o International Vocal Competition ‘s-Hertogenbosch e o Concurso Moniuszko, em Varsóvia. Também foi membro do júri do European Opera Directing Competition e do Ring Award. Como encenadora freelancer, Karen Stone trabalhou em diversos teatros de ópera, entre os quais a Houston Grand Opera, Los Angeles Opera, New Zealand Opera, Ópera de Colômbia (Bogotá), Ópera de Nice e Opéra de Monte Carlo.
A trajetória de María Bayo define-se por uma excelência técnica e uma versatilidade interpretativa que a posicionaram como a soprano espanhola de maior projeção internacional das últimas décadas. Reconhecida, entre outras distinções, com o Prémio Nacional de Música em 2009 e com a Ordre des Arts et des Lettres em 2023, a sua carreira destaca-se por uma luminosidade vocal e um virtuosismo que lhe permitiram dominar com mestria mais de 70 papéis, desde o barroco e o classicismo mozartiano até aos repertórios italiano, francês e à zarzuela. Dentro da sua grande versatilidade, além dos papéis mozartianos, destacam-se também personagens como Rosina, Mélisande e Ella (La Voix humaine). A sua presença é habitual nos grandes templos da lírica mundial, incluindo o Teatro alla Scala, o Metropolitan Opera House, a Palais Garnier e o Salzburg Festival, consolidando-se como uma artista camaleónica capaz de conferir a cada personagem uma profunda verdade cénica.
A sua discografia constitui um catálogo impressionante que abrange mais de trinta gravações, nas quais as suas interpretações da música de compositores como Wolfgang Amadeus Mozart, Gioachino Rossini e George Frideric Handel receberam o aplauso unânime da crítica. Este trabalho artístico é complementado por um firme compromisso com a difusão da música espanhola, recuperando e dignificando géneros como a zarzuela barroca e a canção de câmara. Recentemente, o seu legado foi distinguido com os Hitz Sariak, um galardão que celebra a sua capacidade de iniciativa, o seu esforço incansável e a sua influência transformadora no mundo da cultura.
Atualmente, María Bayo combina a sua atividade nos palcos com uma prolífica atividade pedagógica, como assessora vocal e musical no Centre de Perfeccionament Palau de Les Arts Reina Sofía, ministrando masterclasses em diversas instituições de prestígio e atuando como jurada em alguns dos concursos de canto mais exigentes, como o Concours Musical International Reine Elisabeth de Belgique e o Concurso de Canto de Bilbao-Bizkaia Pedro Mª Unanue.
Tomislav Jukić
Tenor · Croácia
Grand Prix Égide + Prémio Carlos Gomes | Festival Amazonas de Ópera + Contrato com Festival de Música de Mafra “Filipe de Sousa” (FMM) + Contrato com Ópera na Academia e na Cidade (Porto)
Nuri Park
Soprano · Coreia do Sul
Primeiro Prémio “Teresa Berganza”, para voz feminina atribuído pela Fundação “la Caixa” em colaboração com o BPI + Contrato com Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras
Junyoung Choi
Barítono · Coreia do Sul
Primeiro Prémio “Maurício Bensaude”, para voz masculina atribuído pela Fundação Millennium Bcp + Contrato com Festival Internacional de Música de Marvão (FIMM) + Contrato com International Virgilijus Noreika Competition for Singers (Vilnius, Lituânia)
Ljubomir Milanović
Barítono · Sérvia
2.º Prémio + Contrato com Festival de Ópera de Óbidos (FOO) + Contrato com Festival de Música de Mafra “Filipe de Sousa” (FMM)
WuTongyu
Soprano · China
3.º Prémio + Melhor Cantor/a até 25 anos + Contrato com Festival de Música de Mafra “Filipe de Sousa” (FMM) + Contrato com Orquestra Alma Mater (Torres Novas / Medio Tejo)
Beatriz Maia
Soprano · Portugal
Prémio do Público RTP + Istanbul State Opera and Ballet + Prémio OCCO – Melhor Representante Lusófono/a + Contrato com Festival Internacional de Piano do Algarve
Seonwoo Lee
Soprano · Coreia do Sul
Contrato com Festival Internacional de Música de Marvão (FIMM) + Contrato com Ópera na Academia e na Cidade (Porto)
Arianna Manganello
Mezzo · Itália
Contrato com Festival de Música de Mafra “Filipe de Sousa” (FMM)
Junseok Hwang
Barítono · Coreia do Sul
Contrato com Ópera na Academia e na Cidade (Porto)
A edição de 2026 apresentou um programa que conjugou competição, formação artística, oportunidades de performance e aproximação ao público. Ao longo de dez dias, jovens cantores de todo o mundo participaram em provas públicas, masterclasses, no Concerto dos Semifinalistas dedicado a Mozart, no Intermezzo na Natureza e no Concerto da Final, beneficiando do acompanhamento de um júri internacional e de destacados profissionais da ópera.
A Sessão Inaugural contou com as intervenções do presidente da Fundação D.Luis I, Professor Salvato Teles de Menezes, e dos três fundadores do Cascais Ópera — Alexandra Maurício, Adriano Jordão e Sergei Leiferkus — que deram as boas-vindas aos concorrentes, membros do júri, parceiros e representantes das entidades oficiais. O momento foi ainda marcado pelo testemunho de Ana Rita Coelho, vencedora do Grand Prix Égide 2025, que dirigiu uma mensagem de incentivo e partilha, num discurso particularmente emotivo sobre a experiência que viveu no concurso e o impacto que este teve no seu percurso artístico.
The Opening Concert, held at the Auditório Senhora da Boa Nova, officially launched the third edition of Cascais Opera. The programme featured soprano Sílvia Sequeira, winner of the Teresa Berganza First Prize, presented by Fundación “la Caixa” in collaboration with BPI, and the RTP Audience Prize in 2025, alongside tenor John Pumphrey and baritone Sergei Leiferkus. The concert also featured the Lisboa Cantat Symphony Choir and the Cascais and Oeiras Chamber Orchestra, conducted by Maestro Nikolay Lalov.
Ao longo das provas eliminatórias, abertas ao público, os 40 jovens cantores selecionados demonstraram o seu talento e preparação artística perante um júri internacional.
Integralmente dedicado à obra de Wolfgang Amadeus Mozart, o Concerto dos Semifinalistas permitiu aos jovens intérpretes regressar ao palco fora do contexto competitivo.
Momento de pausa e convívio entre participantes, jurados e equipa, num ambiente descontraído e inspirador ao ar livre.
Concerto final com os oito finalistas acompanhados pela Orquestra Sinfónica de Cascais dirigida pelo Maestro Antonio Pirolli, num espetáculo de celebração do talento e da ópera.
O sucesso do Cascais Ópera constrói-se em colaboração. Agradecemos aos nossos mecenas e parceiros por partilharem esta visão e por tornarem possível um projeto que investe no futuro da ópera, na valorização dos jovens artistas e na aproximação da música a novos públicos.
Over the past three decades, primarily in London, Portugal and Amsterdam, Dr Jorge Balça
has developed a strong portfolio of work and a unique combination of skillsets – as a stage
director (of theatre, opera, and hybrid forms), a teacher and workshop leader, a presentation
skills, acting and creativity coach, and practice-based researcher. His work in all these
domains is distinguished by his commitment to and skill in making fantasy and invention
emerge from precise knowledge and training – and by his ability to inspire a similar alchemy
in his collaborators.
Classically trained as an actor and countertenor, he studied theatre directing in London and
Moscow, specialising in Shakespeare, techniques of adaptation, Meyerhold and commedia
dell’arte. Jorge also holds a PhD exploring the dramatic training of opera performers.
With a love for site-specific projects and collaborative forms, and an equal flair for comedy
and drama, his work is dramaturgically inventive, visually striking, and physically engaged.
He was the artistic director of Bloomsbury Opera and associate director of The Opera
Makers, both in London. In Portugal, he has recently directed L’Heure Espagnole and The
Turn of the Screw at Centro Cultural de Belém, and Don Giovanni and La Voix Humaine at
Festival de Ópera de Óbidos.
Jorge is committed to his work as a teacher, having taught at the Dutch National Opera
Academy, Morley College London, Universidade de Évora and other institutions. He
maintains an international coaching private practice and is the acting coach at the Neil
Semer Vocal Institute in Italy.
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Over the past three decades, primarily in London, Portugal and Amsterdam, Dr Jorge Balça
has developed a strong portfolio of work and a unique combination of skillsets – as a stage
director (of theatre, opera, and hybrid forms), a teacher and workshop leader, a presentation
skills, acting and creativity coach, and practice-based researcher. His work in all these
domains is distinguished by his commitment to and skill in making fantasy and invention
emerge from precise knowledge and training – and by his ability to inspire a similar alchemy
in his collaborators.
Classically trained as an actor and countertenor, he studied theatre directing in London and
Moscow, specialising in Shakespeare, techniques of adaptation, Meyerhold and commedia
dell’arte. Jorge also holds a PhD exploring the dramatic training of opera performers.
With a love for site-specific projects and collaborative forms, and an equal flair for comedy
and drama, his work is dramaturgically inventive, visually striking, and physically engaged.
He was the artistic director of Bloomsbury Opera and associate director of The Opera
Makers, both in London. In Portugal, he has recently directed L’Heure Espagnole and The
Turn of the Screw at Centro Cultural de Belém, and Don Giovanni and La Voix Humaine at
Festival de Ópera de Óbidos.
Jorge is committed to his work as a teacher, having taught at the Dutch National Opera
Academy, Morley College London, Universidade de Évora and other institutions. He
maintains an international coaching private practice and is the acting coach at the Neil
Semer Vocal Institute in Italy.